sábado, 27 de junho de 2015

Restos mortais


Livro: Restos mortais
Autor(a): Patricia Cornwell
Editora: Paralela
ISBN: 978-85-6553-028-6
Ano: 2013
Páginas: 312
Classificação: Romance policial


Sinopse:

Nos Estados Unidos, Patricia Cornwell vende milhões de exemplares por título. O que ela faz ao escrever é transformar sua experiência de vida numa fascinante experiência literária. Explorando o que aprendeu como repórter policial, integrante voluntária da polícia e funcionária do Instituto Médico Legal da Virgínia, nos Estados Unidos, ela criou a Dra. Kay Scarpetta, médica-legista obcecada pela verdade humana que se oculta nos corpos decompostos.
Fred e Deborah, jovens, lindos e saudáveis, estão desaparecidos. O pânico toma conta da cidade de Richmond, Virgínia. Será que o casal teve o mesmo fim que outros quatro jovens casais desaparecidos anteriormente? A ideia é aterrorizante, pois nos outros casos as vítimas foram achadas, meses depois, em estado avançado de decomposição.
Com sua frieza profissional temperada por um caráter passional e obsessivo, Kay Scarpetta estará na cena do crime desde o início. Acompanhá-la no trabalho é participar de uma engrenagem feita de medo, suspense e compaixão.



Minha opinião

Um pouco mais acostumada ao estilo de escrita da autora, e mais familiarizada com a personagem central, a Dra Kay Scarpetta.

O suspense acompanha esta narrativa, mas neste livro, de uma forma um pouco menos agressiva que os anteriores. O que impera aqui, é um tom mais misterioso, mais perguntas do que respostas, um clima muito investigativo. 

Temos um tanto de tensão nos momentos em que a Dra Scarpetta interage com sua amiga Abby, nas reuniões sobre o caso em aberto com Benton Wesley e Marino, e nas poucas menções de seu relacionamento incerto com Mark James. 

Os livros não mencionam o tempo, a penas percebemos a passagem, pelas descrições climáticas.  Fora isto, acompanhamos toda a narrativa inicialmente com a esperança de que o casal jovem desaparecido seja encontrado com vida, e quando isto não acontece, procurando captar em toda a investigação alguma pista de quem possa ser o assassino.

Como nos livros anteriores, ainda acho difícil compreender [ou me recuso a aceitar ...] o atraso tecnológico [é isso que da ficar acostumada com a série mortal ...] a demora em conseguir resultados e a dificuldade em se desvendar algumas pistas. E claro, o assassino so aparece, novamente, nas páginas finais do livro. Desta vez, sem colocar em risco a vida da Dra. Scarpetta, mas trazendo uma perda considerável à ela.

Se você se interessou e gostou dos primeiros livros, certamente vale ler este também !!

Boa leitura!

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