sábado, 21 de março de 2015

Para sempre Alice


Livro: Para sempre Alice
Autor(a): Lisa Genova
Editora: Nova Fronteira
ISBN: 978-85-8044-265-6
Ano: 2012
Páginas: 296
Classificação: Sick Lit


Sinopse:

Alice sempre foi uma mulher de certezas. Professora e pesquisadora bem-sucedida, não havia referência bibliográfica que não guardasse de cor. Alice sempre acreditou que poderia estar no controle, mas nada é para sempre. Perto dos cinqüenta anos, Alice Howland começa a esquecer. No início, coisas sem importância, até que ela se perde na volta para casa. Estresse, provavelmente, talvez a menopausa; nada que um médico não dê jeito. Mas não é o que acontece. Ironicamente, a professora com a memória mais afiada de Harvard é diagnosticada com um caso precoce de mal de Alzheimer, uma doença degenerativa incurável. Poucas certezas aguardam Alice. Ela terá que se reinventar a cada dia, abrir mão do controle, aprender a se deixar cuidar e conviver com uma única certeza: a de que não será mais a mesma. Enquanto tenta aprender a lidar com as dificuldades, Alice começa a enxergar a si própria, o marido, os filhos e o mundo de forma diferente. Um sorriso, a voz, o toque, a calma que a presença de alguém transmite podem devolver uma lembrança – mesmo que por instantes, e ainda que não saiba quem é.



Minha opinião

Juro que depois de ler este livro, fiquei com vontade de sair correndo e ir ao médico, pedir todos os testes possíveis e imagináveis em relação ao mal de Alzheimer ... por que todo esquecimento me dava medo!

Não é uma narrativa feliz, e, acompanhar Alice e o seu declínio, é perturbador.
Em questão de um ano, ela definha de forma tão radical, que é assustador de acompanhar, ao mesmo tempo, que vemos uma família batalhando junto para compreender o que está acontecendo, e aceitar tudo isto.

A estória e triste, mas muito bonita, e, ver que no final, todos os filhos abraçaram a causa, e provaram seu amor, é bonito de ver, apesar de saber o tamanho da dor que eles teriam pela frente, e ler no final, o quanto Alice ficou alienada, sem sequer distinguir seus netos e filhos, perdida em suas memórias de juventude, foi realmente doloroso.

Posso apenas dizer que não desejo isto à ninguém, e espero que em breve, nossa ciência encontre uma cura, para este mal.

Para os corajosos, que optarem por encarar este livro, só posso dizer, boa leitura!!

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